desafio do educador do século XXI
O educador do século XXI tem como um dos seus
maiores desafios educar os alunos adolescentes contra dois dos maiores
preconceitos que se tem na atualidade, que são o racismo e a homofobia. A
tarefa não é fácil, pois é nesta fase em que o ser humano esta em formação, não
só corporal, mas também a formação de sua personalidade.
Apesar de a população brasileira ser considera em
sua maioria negra, o racismo ainda esta muito presente no país, e na sua maioria
não é um racismo explicito, mas sim de forma velada. As pessoas não admitem ser
racistas, porém ele esta presente em toda parte. É a comemoração do dia da Consciência
Negra, são as cotas para negros nas universidades públicas, é a ideia de que negro
só é bom no samba e muitos outros exemplos. E tem o preconceito contra os
homossexuais que ainda esta muito forte no Brasil. A religião ainda é o
principal julgador, pois se baseia muito na Bíblia para dizer que é pecado e nos
conceito mais arcaicos da medicina e da psicologia para afirmar que a homossexualidade
é uma doença ou um transtorno mental.
Ai está o desafio dos educadores deste século,
ajudar os adolescentes a tem uma mente sem preconceito, mas se muitos já trazem
estas ideias desde a infância. A questão não é fácil por serem o racismo e a homofobia
preconceitos tão presentes no cotidiano de todos. O educador deve ter sabedoria
ao falar desses assuntos, principalmente sobre a homofobia, porque a sociedade
brasileira ainda é muito preconceituosa quando a esse assunto. Muitos homens e
mulheres dizem que preferem ter um filho bandido a ter um filho gay e uma filha
lésbica. O educador ainda corre o risco de ser acusado de estar levantando uma
bandeira da homossexualidade e de estar induzindo os jovens.
Ser educador em um país em que a maioria da população
diz que não é preconceituosa é muito difícil, porque as pessoas não aceitar
essa realidade. Mas nada é impossível, para que se tenha adultos menos preconceituosas
no futuro os jovens da atualidade devem no mínimo ter respeito sobre as
diversidades das pessoas.
Alex Gonçalves de Oliveira, 21 de fevereiro de 2014